The skills of the media

Deepness is affordable when the mind lies on accurate ascensions through levels of thought and reflection, allowing the individual to reach the inner voice with more truly sense than with immediacy. We have to be smarter than the skills of the media.

Criar

Porque se ladeia o vulto de pala capilar e tronco sonego com o culto da deixa fácil, talvez o que é criação seja um halo tenso a si e encontra-se em Portugal, o fenómeno da sublimação, um sujeito passivo de cariz febril. Se há Universo, também deveríamos ter uma concórdia; aprendi que a luta é incessante e tal cisne digno na aparência mas que tem de crescer para fortalecer o carácter. Porque a compreensão urra menos veloz que o espaço interior do justo. Um génio não veio para ser compreendido, veio para compreender. Disse-me Paulino Vieira. Recrudesce o Outono e devemos compreender esta aparente paternidade que serpenteia o curso da vida. Se interrompi o caminho foi por espírito de sacrifício e volto sempre, mesmo no adeus de estrada, levando aos ombros o alemão perdido em Greifswald. Mais tarde chego à casa azul, falo com o Diabo (que afinal é homossexual, tributo ao Senhor João que acenava a toda a Lisboa) e deito-me emotivo sem querer falar sobre os temas que poupam caminho na alegria elementar do pensador. Deixo à navegação o fato que suspende a criação devido à ira de um culto que destrona o marco geodésico do caminho certo que reside na ascensão, daí apreciar lacraus ao sol. Criar é libertar a tensão física, social e mental.

 

Tributo a Cláudia Sousa, primatologista

Acompanhei o sorriso, a bonomia, a temperança durante 2 anos e meio, aqui do trilho onde se pernoitam e se recauchutam as lides da cidade e foi um tempo conseguido em vinque do carácter mas a ingenuidade traiu-nos, a vocês, a mim a todos. Quanto intuí o que é derradeiro, a minha mãe ficou em choque, eu tive sonhos cardíacos e temos de memorizar para centralizar o tenro legado que necessita do papá e do avô de barba branca. Fica o vazio aqui no 14, pois mais ninguém fala por entre a nossa espécie humana, onde se exerce o destino. Porque se comporta a raça humana desta maneira, porque este destino é uma camada superficial e é na profundidade que devemos por ética ao amor, compreender os desígnios da voz interior mesmo em frente ao prédio, onde esteve com a maciez de mulher.   Eduardo Alexandre Pinto e Maria Elizete Miranda Lisboa, 8-10-2014