Tributo a Cláudia Sousa, primatologista

Acompanhei o sorriso, a bonomia, a temperança durante 2 anos e meio, aqui do trilho onde se pernoitam e se recauchutam as lides da cidade e foi um tempo conseguido em vinque do carácter mas a ingenuidade traiu-nos, a vocês, a mim a todos. Quanto intuí o que é derradeiro, a minha mãe ficou em choque, eu tive sonhos cardíacos e temos de memorizar para centralizar o tenro legado que necessita do papá e do avô de barba branca. Fica o vazio aqui no 14, pois mais ninguém fala por entre a nossa espécie humana, onde se exerce o destino. Porque se comporta a raça humana desta maneira, porque este destino é uma camada superficial e é na profundidade que devemos por ética ao amor, compreender os desígnios da voz interior mesmo em frente ao prédio, onde esteve com a maciez de mulher.   Eduardo Alexandre Pinto e Maria Elizete Miranda Lisboa, 8-10-2014