Debruçado com homens da especulação imobiliária em Lisboa que nada querem saber da filantropia, da natureza, do amor, de orgonomia;eles querem enriquecer rapidamente e acenam como burros a mim e a outros. Fica a graça, beleza, sensibilidade de uma notaria que me fez sonhar.

Fui contactado por um funcionário da Amnistia Internacional em Portugal, com quem falei sobreo meu engajamento humano, relativamente aos direitos e necessidades de milhares de pessoas e o individuo,interrompe e diz: peço desculpa por interromper o fôlego do seu discurso acerca do humanismo mas nós queremos é dinheiro.